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Parceria garante que acervo do Arquivo Público Estadual de MS seja completamente digitalizado

Parceria formalizada entre a FCMS (Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul) e o IPDCI (Instituto de Preservação Documental e Cultural Interameric...

01/04/2026 às 06h01
Por: Redação Tereré News Fonte: Secom Mato Grosso do Sul
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Foto: Reprodução/Secom Mato Grosso do Sul
Foto: Reprodução/Secom Mato Grosso do Sul

Parceria formalizada entre a FCMS (Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul) e o IPDCI (Instituto de Preservação Documental e Cultural Interamericana) vai assegurar que o acervo do Arquivo Público Estadual de Mato Grosso do Sul seja digitalizado integralmente, ampliando assim o acesso, a preservação e a segurança de documentos históricos do Estado.

O acordo foi firmado na segunda-feira (30), complentando também acervos de instituições parceiras, como o Instituto Histórico e Geográfico de Mato Grosso do Sul, a Cúria Diocesana de Corumbá e a Polícia Militar de Mato Grosso do Sul. Pelo termo, o IPDCI será responsável por disponibilizar equipamentos e equipe técnica para a digitalização, mantendo uma cópia do material digitalizado, conforme previsto na cooperação.

O acervo físico permanece sob propriedade do Estado, enquanto o conteúdo digital passa a ter copropriedade, respeitando as diretrizes da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Segundo o coordenador do Arquivo Público Estadual, Douglas Alves da Silva, a iniciativa permitirá incorporar acervos ainda não digitalizados de parceiros institucionais, ampliando o volume de documentos disponíveis em formato digital.

“O acervo físico é preservado, enquanto o digital passa a ser captado e organizado, facilitando o acesso e a integração de diferentes fontes históricas”, explica.

Foto: Reprodução/Secom Mato Grosso do Sul
Foto: Reprodução/Secom Mato Grosso do Sul

A digitalização também representa avanço significativo para a pesquisa histórica. Com os documentos em formato digital, será possível realizar indexação e buscas mais ágeis, além de reduzir o manuseio de materiais originais, muitos deles frágeis e com risco de deterioração. A medida contribui diretamente para aumentar a vida útil dos documentos físicos.

Para o diretor-presidente da Fundação de Cultura, Eduardo Mendes, a iniciativa garante a salvaguarda de registros que documentam desde a criação do Estado até os dias atuais. “A digitalização assegura que esse patrimônio não seja perdido por fatores como desgaste, incêndios ou danos ambientais, mantendo o acesso permanente às informações”, destaca.

O secretário de Estado de Turismo, Esporte e Cultura, Marcelo Miranda, avalia que a ação fortalece a preservação da memória sul-mato-grossense e amplia o acesso ao conhecimento.

“Trata-se de um avanço estratégico que disponibiliza uma base documental essencial para pesquisadores, acadêmicos e para a população em geral, contribuindo também para o planejamento do futuro a partir da compreensão do passado”, afirma.

Karina Lima, Comunicação Setesc
Fotos: Ricardo Gomes/Setesc

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